Avançar para o conteúdo principal

As "guerras" e a União Europeia

Nestas duas guerras proclamadas, há uma que não é, verdadeiramente, umas guerra. Na verdade, o que se passa com a aposta da administração republicana dos EUA em revolucionar o comércio internacional através da radical alteração das regulações tarifárias não se compara ao que se passa na Ucrânia. De qualquer modo, existe uma relação confrontacional entre diversas partes, entre as quais a União Europeia. Ora, é precisava neste ponto que podemos classificar a hipocrisia dos mandantes da União Europeia. No conflito bélico, onde morrem diariamente pessoas, optam pela aposta nas continuação da guerra; no conflito comercial com os EUA, a aposta é direcionada para a diplomacia.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

O Major-General Saramago

 Não é o único, mas um dos mais recentes comentadores militares a abordar as guerras, de seu nome Jorge Saramago (mais um Major-General), não foge a uma narrativa que, após três anos e meio do início da guerra Ucrânia-Rússia , já não fica nada bem a militares continuarem a defender. O major general Saramago entrou na vida do comentariado na expetativa, a tatear, provavelmente, uma posição vantajosa, que não causasse muitos atritos. Mas depressa tomou posição: o homem é mais um que debita barbaridades: a Rússia avança muito pouco, a Rússia tem um nível de mortos elevado, a Rússia é o diabo... Estou em crer que seria altura de uma maior razoabilidade destas pessoas, principalmente aqueles que ostentam qualificativos militares.

Civilização em terras lusas

Gosto muito de árvores, mas o disparate deveria ter limites nas nossas autarquias. Neste caso, é em Vila Real, mas podia ser numa qualquer cidade ou vila perto de si. Pessoas com mobilidade reduzida? O que será que isso significará para os nossos autarcas?!

As economias de guerra

As declarações últimas de Trump sobre Putin, Ucrânia, União Europeia, guerra mostram, indubitavelmente, a aposta da América numa economia de guerra, tal como, aliás, aparentemente, é a aposta de muitos outros países e blocos. Acontece que, nesta "lei" mercantil, há quem já esteja no terreno e quem chegue tarde. Os últimos (União Europeia) são, por norma, os mais prejudicados. Estranhamente, há um jubilamento pueril nas hostes europeias, que o comentariado televisivo acompanha. Aplaudem o quê? A continuação da guerra, com este novo"game-changing"?