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A mostrar mensagens com a etiqueta Marcelo Rebelo de Sousa

A "silly season": Chega, Marcelo, jornalismo

  É difícil, nos dias que correm, distinguir "sillies seasons". De facto, o jornalismo português (e não só) anda pelas ruas da amargura, acompanhando, de certo nodo, o nível dos políticos (isto anda tudo ligado, diria alguém da nossa praça). A última tolice dos comentadores (os que são jornalistas e os que o não são - anda tudo ligado...) diz respeito a uma conversa distendida de Marcelo na universidade de verão da Juventude Social Democrática , que tem servido de germe ensaístico dos futuros Costas , Montenegros , Passos e Tozé Seguros . O que, então, disse Marcelo? Na tribuna académica da juventude partidária, atrás de um microfone, afirmou que Trump se comporta como um aliado da União Soviética, da Rússia, emendou. O que foi Marcelo dizer! Todos sabemos que o presidente dos Estados Unidos, sempre a par do que Marcelo diz e não diz, não deixará sem resposta o nosso presidente, colocando eventualmente em causa a aliança geoestratégica de Portugal com os Estados Unidos da ...

A espuma de Marcelo para apagar fogos

  Marcelo Rebelo de Sousa já não tem muito acrescentar à espuma dos seus dias. Mas tem de falar. Mesmo para quem não percebe nada de incêndios, como eu, e que não acredita nas teses que defendem mãos criminosas na maioria dos incêndios, vir defender a coordenação (no terreno) e trabalho espetaculares (de toda a gente, portanto) parece-me manifestamente exagerado. Marcelo continua a ser Marcelo. E pela amostra do que aí vem, ainda vamos ter saudades do homem.

Marcelo na Feira do Livro

  Gostei de ver a jovem da feira do livro aproveitar uma brecha mediática do presidente Marcelo para criticar a atitude do governo português perante as atrocidades que se passam em Gaza. Não gostei de ver as explicações de Marcelo, as quais mostram aquilo que Portugal tem sido nos últimos anos, isto é, um país sem voz, sem posicionamento nem identidade própria, no que diz respeito às grandes causas da humanidade. E o genocídio dos palestinos é, sem qualquer sombra de dúvida, uma grande causa civilizacional. Marcelo tem de entender - e já não vai a tempo! - que não se tratam (explicam) assuntos tão desesperadamente dramáticos com um sorriso nos lábios, numa qualquer feira de bovinos ou de livros. Não gostei de ver a rapariga tratar o Presidente da República Portuguesa da maneira como o tratou.

O PGR e o PR

 Talvez fosse boa altura o Presidente da República sair do seu estado de entretenimento crónico e agisse mais ou menos como agiu aquando da sua declaração a respeito da antiga ministra da administração interna do governo Costa, que originou a sua demissão. Quando elegemos um presidente da República fazemo-lo porque pensamos que é alguém (o último recurso) capaz de ser uma garantia do próprio regime democrático. Pois bem, o que se tem vindo a passar com a atuação da Procuradoria-Geral da República, com o seu padrão de atuação bem definido, mereceria uma atitude digna de um verdadeiro chefe de estado. A política não se pode imiscuir na justiça, mas esta também não se pode imiscuir na política. E, entre estas duas dicotomias, é preferível, em último recurso, a política imiscuir-se na justiça.

Marcelo na flash

Não ouvi: vi! E vi o nosso Presidente da República a comentar o jogo de futebol entre Portugal e a Dinamarca. E digo comentar porque as notas de rodapé que apareciam no ecrã da televisão mostravam a copiosa análise futebolística do senhor Presidente. Marcelo Rebelo de Sousa já nos habituou a este entretenimento e ninguém praticamente estranha. Com a continuação do investimento neste tipo de atitudes, Marcelo facilita muito a vitória do Almirante Gouveia e Melo.