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A mostrar mensagens com a etiqueta Úrsula Von der Leyen

Os pontos de vista da guerra

"Ursula von der Leyen condemned the attacks as a blatant violation of international law", notíciou ontem um qualquer jornal. Mas Úrsula von der Leyen não está a falar de Israel. Ela reforça: "Once again, the Kremlin is mocking diplomacy, trampling international law and killing indiscriminately". Vozes cheias de sabedoria e, sobretudo, imparcialidade. O nosso externalizado Costa 'its just the same".

As hipocrisias e as Úrsulas

 Chegamos a um ponto em que o retorno mediático das declarações dos líderes políticos parece ser o foco galvanizador das instituições. Passa-se isso nos EUA e passa-se, também, na UE, embora, aqui, com menos importância e mais difusamente. Leio as declarações de Von der Leyen, que falou, atempadamente, com Netanyahu, declarações essas que são subscritas por outra sumidade representativa da União Europeia, Kaja Kallas, e fico perplexo: "Israel tem o direito de se defender. O Irão é a principal fonte de instabilidade regional (...) o Irão nunca poderá adquirir uma arma nuclear". O que dizer?! Esta gente nem vê o paradoxo argumentativo relativamente à guerra na Ucrânia!

Úrsula Von der Leyen e a transparência de quem não é eleito

Já se sabia que Ursula Van der Leyen, enquanto ministra da defesa alemã, não foi uma ministra pautada pela transparência nas decisões que tomava, o que, de certo modo, diz muito sobre o grau de exigência dos escolhidos de Bruxelas. Foi agora obrigada, pelo Tribunal Geral da União Europeia, a divulgar o que escondeu através das mensagens que trocou com o CEO da farmacêutica Pfizer. Possivelmente, vai cobrir-se com o falacioso argumento de que as mensagens já não existem, isto é, estão (convenientemente) numa qualquer e inacessível lixeira em forma de nuvem. Qual a moralidade desta gente para criticar quem quer que seja?