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A mostrar mensagens com a etiqueta Friedrich Merz

Mais um

  Mais um, desta vez é o "heil" Friedrich Merz: "Tenho o maior respeito pelo exército de Israel, pelo Governo de Israel, porque tiveram a coragem de o fazer, pois, caso contrário, teriam passado meses e anos com o terror contínuo deste regime e, além disso, possivelmente, com armas atómicas". O voto popular traz, por vezes, surpresas interessantes. A senhora Leyen, ao menos, não foi eleita pelo povo. Temos essa desculpa.

A fotografia do avô

  Vi Friedrich Merz, chanceler da Alemanha, oferecer a certidão de nascimento de Frederick Trump, avô de Donald Trump. E também vi que Donald Trump não pareceu muito agradecido com a prenda, ainda para mais quando acabara de, mais uma vez, falar na necessidade de expulsar não sei quantos milhares de imigrantes.

Friedrich Merz e Donald Trump: o encontro

 Não sei se me enganarei muito se disser que o encontro entre Friedrich Merz e Donald Trump, na próxima semana, trará algumas surpresas, principalmente, no que diz respeito à impetuosidade bélica do chanceler alemão. Estou propenso a crer que vamos ver um "chancelerzito". Do mesmo modo, vamos, provavelmente, ver mais Alemanha e menos União Europeia.

Merz, o chanceler, autoriza

  Confesso que já me custa acompanhar as narrativas da guerra da Ucrânia. Sou do tempo em que se dizia que a Rússia não tinha capacidade militar e que o armamento que utilizava era dos idos da União Soviética, algum mesmo da Segunda Guerra Mundial. Sou também do tempo em que se afirmava que Putin acabaria pendurado numa qualquer árvore, qual Mussolini, pois seria inevitável uma revolta do povo oprimido. Sou do tempo em que os tanques ocidentais seriam a derrota russa, os aviões, as sofisticadas bombas deflagradoras, os mísseis, as antiaéreas... Tudo isso acabaria com a vergonha e os limites do sonho russo de reconquistar o império soviético, verdadeiro escopo do czar Putin. Mais do que o império soviético: toda a Europa, Lisboa incluída. Sou do tempo em que um tipo chamado Prigozhin chegaria, com as suas tropas, ao Kremlin e completaria o golpe de Estado. Sou do tempo em que a Rússia era um estado pária. E sou do tempo em que um chanceler alemão chamado Joachim-Friedrich Martin Jos...

O chanceler

Friedrich Merz, numa conferência conjunta com António Guterres, afirmou que Benjamim Netanyahu pode visitar a Alemanha, pois é um primeiro-ministro eleito democraticamente. Penso que o senhor Friedrich Merz saberá que o seu compatriota Adolf Hitler também foi eleito democraticamente. Estou certo que o secretário-geral das Nações Unidas fez o favor de lhe lembrar essa factualidade.