Já aqui referi que há países e países. Uns são países, digamos, normais; outros são as superpotências . Esta asserção não me agrada, obviamente. Deveria ser tudo de acordo com a Carta das Nações Unidas , na qual as nações não se medem aos palmos. Acontece que não é assim em lado nenhum, nem mesmo na União Europeia . Aqui os países proclamam-se todos iguais, mas há uns mais iguais do que outros, como sabemos. Por isso é que as chamadas superpotências se alinham numa espécie de regime à parte. Vejamos os casos destas duas guerras. Em ambas foi evocada, por parte quer dos Estados Unidos , quer da Rússia , uma premissa: a segurança do país. Nos dois casos, este fundamento é, obviamente, sujeito a uma reflexão, por parte da maioria dos homens e mulheres de boa vontade (da própria Nações Unidas), a qual terá de ser negativa: a guerra não é a resposta. Acontece que tanto a Rússia, como os Estados Unidos como a China são superpotências e a linha orientadora destes países, designadament...
A recente comunicação mal ensaiada em que Trump obrigou J. D. Vance a retratar-se, perante o mundo, em que este, enfática e grosseiramente, sublinha o incondicional apoio ao grande e "smart" presidente, em comparação com os insanos presidentes do passado recente , foi desastradamente cómico. Por mais extremista que seja J. D. Vance, este registo não lhe assenta. Ridículo. Trump consegue estas maravilhas.