José Luís Carneiro disse, com ar sempre bem disposto e sorridente, a respeito do Orçamento de Estado apresentado pelo atual governo, o seguinte: "As nossas convicções mais profundas levar-nos-iam mesmo para essa ideia do voto contra o orçamento. Mas nós não somos um partido qualquer. Nós fazemos oposição ao governo, mas nós não fazemos oposição [pausa negociada] a Portugal. Não podemos deixar o país sem governo e não podemos deixar o país sem [nova pausa] um orçamento". Adiantou que "é mesmo um mau orçamento", adiantando, agora brevemente sem um sorriso nos lábios, que compreende aqueles que "respeitam mais o interesse partidário do que o interesse pelo país" e que ele "não foi eleito secretário-geral do PS para pensar no interesse estrito do partido socialista ". Acusou o governo (o orçamento) de desumanidade, nomeadamente no que diz respeito à política da habitação . Anoto a convicção profunda desta gente e anoto a leitura que fazem das in...
Posso estar enganado, mas as notícias de uma peste vinda lá da Sibéria e da apregoada ocultação (falta de transparência, pronto) das autoridades russas serão matéria para criativas teorias da conspiração por parte dos países do costume. A peste é a nova arma da Rússia, a definitiva. É o regresso à Idade Média.