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"Nouvelle" jornalismo e o tiro ao couraçado do Almirante Gouveia e Melo

Gouveia e Melo é o alvo do novo jornalismo que campeia por estas nossas latitudes. Mafalda Anjos, uma das representantes mais válida desta tendência, elaborou a sua análise desta maneira: "Fui ao Chatgpt, pedi para fazer um discurso para um candidato a Presidente e não foi muito diferente do de Gouveia e Melo". Penso que a inteligência natural de Mafalda Anjos quis analisar concludentemente as banalidades discursivas do agora candidato a Presidente da República. Poderá ter razão (qual o discurso de apresentação de uma candidatura que não seja uma banalidade?). Se eu fosse o Gouveia e Melo, contratava Mafalda Anjos para o assessorar no seu futuro gabinete de comunicação, com a responsabilidade, obviamente, da elaboração dos discursos a haver. Tenho uma quase certeza: Mafalda Anjos aceitava, deleitada, o lugar. Dez aninhos em Belém dariam muito jeito.

Gouveia e Melo

Gouveia e Melo, com o seu inusitado anúncio, a três dias das eleições legislativas, da sua candidatura a presidente da república, tem originado um pequeno tumulto comunicacional. O almirante é, segundo o próprio, o oposto de Marcelo, um presidente falador, que fala por tudo e por nada. Não sei se ele tem consciência disso, mas com este anúncio, a três dias das eleições legislativas, ele consegue ser mais Marcelo do que o próprio Marcelo. Mais tarde ou mais cedo, o senhor Almirante vai ter de abrir os cordões à bolsa e contratar uma prestigiada agência de comunicação. Pode, por exemplo, aconselhar-se com o PSD. O hino da atual campanha deste partido assentar-lhe-ia muito bem: deixem o almirante navegar...

O sr. Almirante

Gouveia e Melo anunciou hoje, a três dias das eleições legislativas, numa entrevista à rádio Renascença, que será candidato a presidente da república. Há um mês ou dois, afirmou que só anunciaria a sua decisão depois das eleições legislativas. Começa, portanto, bem o sr. Almirante. Afinal, o natal sempre é em dezembro.