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Fim da guerra?

 

O fim da guerra da Ucrânia só será possível quando os quatro mosqueteiros que foram ontem a Kiev, encostados à almofada de Trump (curioso verificar as vezes que referiram - sentiram essa necessidade! - o nome de Trump e dos EUA), decidirem que está na hora de Zelensky negociar. A expressão mais importante da proposta de Vladimir Putin para iniciar conversações diretas com a Ucrânia foi o adjetivo "sérias".

De facto, não se consegue imaginar o presidente ucraniano responder autonomamente ao líder russo. Zelensky esteve sempre manietado pelos seus fervorosos apoiantes anti-Putin e anti-Rússia.

Neste sentido, a escolha da Turquia tem um significado óbvio: foi neste país que se iniciaram, em 2022, as primeiras negociações de paz, que os aliados de Zelensky (Boris Johnson, Joe Biden...) conseguiram desviar para os caminhos que agora trilhamos.

Convém sempre não esquecer: a possibilidade de a guerra acabar (ou mesmo não ter começado) meses após a invasão da Rússia, existiu.

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