Aguiar-Branco encerrou a última legislatura parlamentar com críticas depreciativas quase unânimes relativamente à sua ação, durante os curtos e famosos 11 meses, enquanto presidente da Assembleia da República. No entanto, a sua fraca, fraquissima prestação na condução dos trabalhos parlamentares não será suficiente para a sua substituição na legislatura que hoje se inicia. O Chega, por exemplo, já anuiu no seu voto; o PS, completamente anestesiado e moribundo, parece já nem contar para estas decisões. Do mesmo modo, dos restantes partidos não se esperará mais do que uns envergonhados esbirros para justificar a sua existência numa televisão perto de nós, neste alegre primeiro dia.
Não é o único, mas um dos mais recentes comentadores militares a abordar as guerras, de seu nome Jorge Saramago (mais um Major-General), não foge a uma narrativa que, após três anos e meio do início da guerra Ucrânia-Rússia , já não fica nada bem a militares continuarem a defender. O major general Saramago entrou na vida do comentariado na expetativa, a tatear, provavelmente, uma posição vantajosa, que não causasse muitos atritos. Mas depressa tomou posição: o homem é mais um que debita barbaridades: a Rússia avança muito pouco, a Rússia tem um nível de mortos elevado, a Rússia é o diabo... Estou em crer que seria altura de uma maior razoabilidade destas pessoas, principalmente aqueles que ostentam qualificativos militares.
Comentários
Enviar um comentário