Os bárbaros ataques, ocorridos numa rua de Lisboa, de um grupo de pessoas adeptas do Sporting contra outro grupo de pessoas adeptas do Futebol Clube do Porto seria uma boa oportunidade para os responsáveis desses dois clubes se unirem contra este tipo de situações. Obviamente que a polícia vai investigar e os delinquentes pagarão. No entanto, a mensagem de união dos responsáveis maiores dos clubes teria, porventura, um impacto muito maior no futebol português. Infelizmente, o futebol português precisa destes acontecimentos para continuar a sua senda comunicativa, a qual já começou nas televisões, com, por exemplo, a identificação dos adeptos agredidos do Porto como Super Dragões, como se isso fosse importante. Infelizmente, é mesmo importante, na cabecinha desta gente.
Não é o único, mas um dos mais recentes comentadores militares a abordar as guerras, de seu nome Jorge Saramago (mais um Major-General), não foge a uma narrativa que, após três anos e meio do início da guerra Ucrânia-Rússia , já não fica nada bem a militares continuarem a defender. O major general Saramago entrou na vida do comentariado na expetativa, a tatear, provavelmente, uma posição vantajosa, que não causasse muitos atritos. Mas depressa tomou posição: o homem é mais um que debita barbaridades: a Rússia avança muito pouco, a Rússia tem um nível de mortos elevado, a Rússia é o diabo... Estou em crer que seria altura de uma maior razoabilidade destas pessoas, principalmente aqueles que ostentam qualificativos militares.
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