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Palestina: a voz de Portugal

Quando se fala no valor da palavra, por exemplo, no caso da nossa presidência da república, o mesmo se pode aplicar aos países, alguns países, principalmente aqueles que, no panorama internacional, pouco mais resta do que a força das ideias, que se exterioriza pela força das palavras. Portugal podia ser um pais diferente, com visibilidade internacional. Optamos sempre pelo sentido contrário, como se andássemos permanentemente em contramão: regozijamo-nos pelas conquistas individuais internacionais (Guterres, Costa, Barroso, Ronaldo...), mas pouco pelas coletivas. 
A este propósito, qual é a posição de Portugal sobre o reconhecimento do estado da Palestina? É esperar... Pelos outros.

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O Major-General Saramago

 Não é o único, mas um dos mais recentes comentadores militares a abordar as guerras, de seu nome Jorge Saramago (mais um Major-General), não foge a uma narrativa que, após três anos e meio do início da guerra Ucrânia-Rússia , já não fica nada bem a militares continuarem a defender. O major general Saramago entrou na vida do comentariado na expetativa, a tatear, provavelmente, uma posição vantajosa, que não causasse muitos atritos. Mas depressa tomou posição: o homem é mais um que debita barbaridades: a Rússia avança muito pouco, a Rússia tem um nível de mortos elevado, a Rússia é o diabo... Estou em crer que seria altura de uma maior razoabilidade destas pessoas, principalmente aqueles que ostentam qualificativos militares.

Comentadores

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