Corre para aí a narrativa de que Donald Trump adora, fica deleitosamente impressionado com a sumptuosidade das majestades britânicas. As narrativas atuais são o que são. Desde que pegue, é o fio condutor de qualquer análise. Há variantes: os reis lançaram o isco, vestidos, fatos, jantares de gala, em suma, uma operação de charme para atordoar e convencer o presidente dos Estados Unidos. Será assim tão óbvio e será Trump tão estúpido? Os castelos europeus têm o que não existe nos Estados Unidos: história. E, com esse facto, nenhum presidente americano pode concorrer. Os americanos não gostam de monarquias: está no ADN do país. Relativamente ao Reino Unido, não fazem mais do que um jogo de hipocrisia, fingindo um respeito maior relativamente aos demais países europeus. E já não é pouco. O Brasil, por exemplo, nem isso faz com Portugal.

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