Parece, então, que vai haver eleições. Quer isto dizer que vamos ter, lá para o verão, um parlamento renovado. Também quer dizer que metade daquele grupo parlamentar do Chega vai voltar para as obras, o que é uma boa notícia para a construção civil. Não é que eu tenha qualquer preconceito profissional para com os trabalhadores deste ramo, antes pelo contrário. Penso até que a renovação vai ser benigna para o partido, pois ficará com um grupo parlamentar mais refinado, agora que sabem que os escolhidos para deputados nas listas podem mesmo ser eleitos.
Não é o único, mas um dos mais recentes comentadores militares a abordar as guerras, de seu nome Jorge Saramago (mais um Major-General), não foge a uma narrativa que, após três anos e meio do início da guerra Ucrânia-Rússia , já não fica nada bem a militares continuarem a defender. O major general Saramago entrou na vida do comentariado na expetativa, a tatear, provavelmente, uma posição vantajosa, que não causasse muitos atritos. Mas depressa tomou posição: o homem é mais um que debita barbaridades: a Rússia avança muito pouco, a Rússia tem um nível de mortos elevado, a Rússia é o diabo... Estou em crer que seria altura de uma maior razoabilidade destas pessoas, principalmente aqueles que ostentam qualificativos militares.
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