Avançar para o conteúdo principal

De Espanha, bons ventos

António Costa foi eleito presidente do Conselho Europeu. Uma vez eleito, transfigurou-se: é, agora, um mimetismo, uma Úrsula Von der Leyen com fato e gravata.
Sanchez, primeiro-ministro espanhol, é o oposto de Costa, embora seja, como este, socialista. E a oposição ao nosso ex-primeiro-ministro reside na coerência. Sanchez posiciona-se deste modo, perante a hipocrisia reinante nos areópagos europeus, servindo o festival Eurovisão da Canção de exemplo: "Não podemos permitir duplos 'standards' (...) ninguém levou as mãos à cabeça quando a Rússia foi excluída de competições desportivas internacionais ou de iniciativas como a Eurovisão".
Penso que os nossos socialistas do Partido Socialista já se esqueceram do que significa ser socialista, ou do que é o socialismo.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

O Major-General Saramago

 Não é o único, mas um dos mais recentes comentadores militares a abordar as guerras, de seu nome Jorge Saramago (mais um Major-General), não foge a uma narrativa que, após três anos e meio do início da guerra Ucrânia-Rússia , já não fica nada bem a militares continuarem a defender. O major general Saramago entrou na vida do comentariado na expetativa, a tatear, provavelmente, uma posição vantajosa, que não causasse muitos atritos. Mas depressa tomou posição: o homem é mais um que debita barbaridades: a Rússia avança muito pouco, a Rússia tem um nível de mortos elevado, a Rússia é o diabo... Estou em crer que seria altura de uma maior razoabilidade destas pessoas, principalmente aqueles que ostentam qualificativos militares.

Civilização em terras lusas

Gosto muito de árvores, mas o disparate deveria ter limites nas nossas autarquias. Neste caso, é em Vila Real, mas podia ser numa qualquer cidade ou vila perto de si. Pessoas com mobilidade reduzida? O que será que isso significará para os nossos autarcas?!

As economias de guerra

As declarações últimas de Trump sobre Putin, Ucrânia, União Europeia, guerra mostram, indubitavelmente, a aposta da América numa economia de guerra, tal como, aliás, aparentemente, é a aposta de muitos outros países e blocos. Acontece que, nesta "lei" mercantil, há quem já esteja no terreno e quem chegue tarde. Os últimos (União Europeia) são, por norma, os mais prejudicados. Estranhamente, há um jubilamento pueril nas hostes europeias, que o comentariado televisivo acompanha. Aplaudem o quê? A continuação da guerra, com este novo"game-changing"?