Claro que Donald Trump, esse paladino da paz (gostaria de ser cabalmente irónico ao escrevinhar esta expressão qualificativa) não deixa que os louros de um putativo encontro na Turquia entre Zelensky e Putin caiam, inteirinhos, em Edrogan, até porque "we are doing some work with him" e até poderia juntar-se ao encontro "if he felt it would be important toward getting the deal done".
Não é o único, mas um dos mais recentes comentadores militares a abordar as guerras, de seu nome Jorge Saramago (mais um Major-General), não foge a uma narrativa que, após três anos e meio do início da guerra Ucrânia-Rússia , já não fica nada bem a militares continuarem a defender. O major general Saramago entrou na vida do comentariado na expetativa, a tatear, provavelmente, uma posição vantajosa, que não causasse muitos atritos. Mas depressa tomou posição: o homem é mais um que debita barbaridades: a Rússia avança muito pouco, a Rússia tem um nível de mortos elevado, a Rússia é o diabo... Estou em crer que seria altura de uma maior razoabilidade destas pessoas, principalmente aqueles que ostentam qualificativos militares.
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