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Úrsula Von der Leyen e a transparência de quem não é eleito

Já se sabia que Ursula Van der Leyen, enquanto ministra da defesa alemã, não foi uma ministra pautada pela transparência nas decisões que tomava, o que, de certo modo, diz muito sobre o grau de exigência dos escolhidos de Bruxelas. Foi agora obrigada, pelo Tribunal Geral da União Europeia, a divulgar o que escondeu através das mensagens que trocou com o CEO da farmacêutica Pfizer. Possivelmente, vai cobrir-se com o falacioso argumento de que as mensagens já não existem, isto é, estão (convenientemente) numa qualquer e inacessível lixeira em forma de nuvem.
Qual a moralidade desta gente para criticar quem quer que seja?

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