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Há candidatos e candidatas

A candidata do PSD à Câmara Municipal da Amadora, de seu nome Suzana Garcia, uma voz popular em programas criminais da manhã, salientou que vai erradicar o bairro da Cova da Moura, se for eleita, pois já está a trabalhar com o Ministério das Infraestruturas "há uns três meses". Fiquei naturalmente perplexo pela proatividade da candidata. não sabe se será eleita, mas já tem trabalho feito como presidente da Câmara, radicalmente "pro bono". Tentei identificar o ministro das Infraestruturas e, de imediato, apareceu-me, alterável, o Castro Caldas. Mas não: o ministro das Infraestruturas e Habitação é o Miguel Pinto Luz. Errei, mas foi por pouco, muito pouco.

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O Major-General Saramago

 Não é o único, mas um dos mais recentes comentadores militares a abordar as guerras, de seu nome Jorge Saramago (mais um Major-General), não foge a uma narrativa que, após três anos e meio do início da guerra Ucrânia-Rússia , já não fica nada bem a militares continuarem a defender. O major general Saramago entrou na vida do comentariado na expetativa, a tatear, provavelmente, uma posição vantajosa, que não causasse muitos atritos. Mas depressa tomou posição: o homem é mais um que debita barbaridades: a Rússia avança muito pouco, a Rússia tem um nível de mortos elevado, a Rússia é o diabo... Estou em crer que seria altura de uma maior razoabilidade destas pessoas, principalmente aqueles que ostentam qualificativos militares.

Civilização em terras lusas

Gosto muito de árvores, mas o disparate deveria ter limites nas nossas autarquias. Neste caso, é em Vila Real, mas podia ser numa qualquer cidade ou vila perto de si. Pessoas com mobilidade reduzida? O que será que isso significará para os nossos autarcas?!

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As declarações últimas de Trump sobre Putin, Ucrânia, União Europeia, guerra mostram, indubitavelmente, a aposta da América numa economia de guerra, tal como, aliás, aparentemente, é a aposta de muitos outros países e blocos. Acontece que, nesta "lei" mercantil, há quem já esteja no terreno e quem chegue tarde. Os últimos (União Europeia) são, por norma, os mais prejudicados. Estranhamente, há um jubilamento pueril nas hostes europeias, que o comentariado televisivo acompanha. Aplaudem o quê? A continuação da guerra, com este novo"game-changing"?