Em primeiro lugar, os meus votos de melhoras para o líder do Chega (parece que tudo não passou, felizmente, de um susto). Em segundo e último lugar, estou curioso para ver a reação dos "compagnons de route" de André Ventura - e dele próprio - relativamente ao modo como usarão este sobressalto. Será que optarão pelo utilíssimo e oportuno "inshallah" do 13 de maio?
Não é o único, mas um dos mais recentes comentadores militares a abordar as guerras, de seu nome Jorge Saramago (mais um Major-General), não foge a uma narrativa que, após três anos e meio do início da guerra Ucrânia-Rússia , já não fica nada bem a militares continuarem a defender. O major general Saramago entrou na vida do comentariado na expetativa, a tatear, provavelmente, uma posição vantajosa, que não causasse muitos atritos. Mas depressa tomou posição: o homem é mais um que debita barbaridades: a Rússia avança muito pouco, a Rússia tem um nível de mortos elevado, a Rússia é o diabo... Estou em crer que seria altura de uma maior razoabilidade destas pessoas, principalmente aqueles que ostentam qualificativos militares.
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