Mohammed bin Salman, o príncipe herdeiro saudita e, como sabemos, exemplo democrático de excelência, vê nesta guerra, iniciada por Trump e Israel,uma oportunidade de renovar, remodelar o Médio Oriente, isto é, obliterar, seguindo o vocabulário trumpiano, o Irão.
É sempre interessante ouvir estes paladinos humanistas para nos situamos e perceber melhor a hipocrisia reinante nas esferas do poder ocidental. Da mesmo forma que temos sempre a obrigação ética e moral de, nas televisões (a multidão ululante que por lá anda) afirmar a condenação veemente do regime iraniano, calamo-nos quando nos aparecem à frente estes senhores, que também andam de turbante e de saias, possuidores de um currículo com amostras tão ricas e pedagógicas como, por exemplo, o esquartejamento de jornalistas.

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