Não me parece nada normal que o Presidente da República, o Presidente da Assembleia da República e o primeiro-ministro se desloquem, em tributo, ao funeral do Papa, todos em representação do país. A não ser que um vá a representar os portugueses (Presidente da República); outro o Parlamento (Aguiar-Branco) e outro a campanha eleitoral (adivinhem...). Não havia, de facto, necessidade.
Não é o único, mas um dos mais recentes comentadores militares a abordar as guerras, de seu nome Jorge Saramago (mais um Major-General), não foge a uma narrativa que, após três anos e meio do início da guerra Ucrânia-Rússia , já não fica nada bem a militares continuarem a defender. O major general Saramago entrou na vida do comentariado na expetativa, a tatear, provavelmente, uma posição vantajosa, que não causasse muitos atritos. Mas depressa tomou posição: o homem é mais um que debita barbaridades: a Rússia avança muito pouco, a Rússia tem um nível de mortos elevado, a Rússia é o diabo... Estou em crer que seria altura de uma maior razoabilidade destas pessoas, principalmente aqueles que ostentam qualificativos militares.
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