Podemos criticar as opções estéticas de Trump nas suas publicações nas redes sociais, quando, por exemplo, utiliza uma determinada iconografia de Jesus Cristo. Ou quando nos aparece com aqueles engraçados bonés a encimar uma curiosa cabeleireira estranhamente amarela.
O que não podemos, a meu ver, é indignarmo-nos com supostas ofensas (Trump ofendeu não sei quantos milhões de católicos, como se sublinha, repetida e ostensivamente, na imprensa) a um grupo de pessoas que, por maior e importante que seja, professa uma determinada fé religiosa.
Chama-se a isso liberdade de expressão, como António, no Expresso, há largos anos, mostrou ao mundo.
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