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À espera do pós-comentário

 

Ontem, a propósito do presumível  acordo de paz entre o Irão e Estados Unidos da América, as televisões fizeram um "non-stop" do comentário. O resultado foi deslumbrante, irónico, ridículo: horas a comentar o nada, pois nada sabiam do que estavam a comentar. E não sabiam porque não tinham como saber: nada ainda tinha saído, a não ser o enésimo post de Donald Trump. Hoje, a saga continua: os comentadores voltam atacar. Ontem, o resistente foi Azeredo Lopes, ex-ministro da defesa.

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