Entramos já no período em que o país para, literalmente. Deixa de haver mundo, ou melhor, este reduz-se à seleção portuguesa de futebol e tudo o que gravita em seu redor.
Como não podia deixar de ser, o nosso Presidente da República, entusiasmado e legitimado pelo voto popular em eleições, fazendo proveitoso uso das suas altas competências e fragilidades, lá realçou o orgulho que sentimos por tal demanda, pois o sonho torna-se realidade e que os "portugueses merecem", acabando com um "vamos com tudo, muito obrigado".
Depois, o nosso maior orgulho patriótico, capitão da seleção portuguesa de futebol, lá lhe ofereceu uma camisola autografada por todos os jogadores da seleção nacional com o nome Seguro nas costas.
Tenho a ligeira impressão que a coisa se vai repetir, mas desta vez o nome nas costas da camisola será Montenegro.
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