Estou cada vez mais convencido de que a política e os homens políticos de hoje caracterizam-se mais pela mesquinhez, pela humanidade rasteira, pelas decisões potencial e pessoalmente vantajosas do que por aquilo que a verdadeira política representa. Os homens políticos de outrora nada têm a ver com esta gente que governa a Europa. Dito de outro modo, os seus defeitos e limitações eram inexoravelmente diferentes. E o que é pior, no meio disto tudo, é que são precisamente estas idiossincrasias que atraem os jovens para a política. Seguro, Passos Coelho, António Costa, Montenegro, entre outros foram os primeiros destes jovens.
Portugal, neste contexto, é só mais um.
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