Se há coisa que Zelensky trouxe primorosamente à diplomacia europeia é o abraço. Com o presidente ucraniano, todos são grandes amigos. Entre sorrisos alargados e continuados, beijos simpáticos, pujantes apertos de mão, o abraço cumpre inexoravelmente o objetivo de selar o encontro. De repente,os países deixaram de ser paises para se tornarem no sr. Macron, no Sr. Costa, no Sr. inglês que já deixou de ser abraçado.
Na diplomacia do antigamente, que ainda se mantém noutras paragens mais adultas, os países encontravam-se e cumprimentavam-se institucionalmente. Longe dos holofotes televisivos, poderiam até celebrar efusivamente. Mas agora, com esta gente, o que interessa é mostrar, antes e depois, o abraço, o laço indestrutível da novel diplomacia.
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