Parece que a corrupção se encontra endemicamente presente na sociedade ucraniana e, consequentemente, os altos e menos altos cargos políticos não escapam a esse flagelo. Há dias, foi demitido o procurador-geral do país. Antes dele, outros foram demitidos, demitiram-se ou simplesmente desapareceram. Enquanto isso, o país continua a receber milhares de milhões de euros. Vai ser interessante verificar, "at the end of the day", quantos corruptos se tornaram milionários à custa destas injeções de euros que Zelensky, periodicamente, reclama dos seus amigos europeus. A história far-se-á, indubitavelmente, sem emoções. E, nessa altura, verificaremos, também, que deveríamos olhar, imparcialmente, para o lado russo. É isso que não conseguimos fazer agora.
Não é o único, mas um dos mais recentes comentadores militares a abordar as guerras, de seu nome Jorge Saramago (mais um Major-General), não foge a uma narrativa que, após três anos e meio do início da guerra Ucrânia-Rússia , já não fica nada bem a militares continuarem a defender. O major general Saramago entrou na vida do comentariado na expetativa, a tatear, provavelmente, uma posição vantajosa, que não causasse muitos atritos. Mas depressa tomou posição: o homem é mais um que debita barbaridades: a Rússia avança muito pouco, a Rússia tem um nível de mortos elevado, a Rússia é o diabo... Estou em crer que seria altura de uma maior razoabilidade destas pessoas, principalmente aqueles que ostentam qualificativos militares.
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