O CDS é um partido que (já) não existe. Não vale a pena fazer a cronologia do partido fundado por Freitas do Amaral e por Adelino Amaro da Costa. O que resta são tipos como o ministro da defesa nacional, de seu nome Nuno Melo, que defendeu o seguinte, a respeito das manifestações que ocorrem nas principais cidades do país (e um pouco por toda a Europa): "quem aparecia de porta-voz de movimentos era alguém que não tinha nascido em Portugal, falava com sotaque brasileiro, falava com sotaques de outras paragens".
Por que razão não segue o CDS-PP o caminho lógico que seria aglutinar-se no Chega e deixar de construir ridiculamente a imagem do partido decente à direita do PSD?

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